A porta abre e fecha, range
arranha o chão e meus ouvidos
e vultos entram, saem, passam
são vozes, são cliques, gemidos
acendem velas, luzes, chispas
sem perguntar se estou ali
minha alma não pode ser vista
da mesma forma que eu os vi
é sempre assim que eu me sinto na multidão
como um doce fantasma que não sente a própria mão
vou tirar o lençol que me prende aqui
eu vou me descobrir!
terça-feira, 4 de março de 2008
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